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Peregrino

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(no subject) [Jul. 3rd, 2008|09:17 pm]
Peregrino


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(no subject) [Mar. 3rd, 2008|10:38 pm]
Peregrino
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(no subject) [Feb. 22nd, 2008|09:05 pm]
Peregrino

"SEGUNDO SEGUNDO"

SEGUNDO SEGUNDO 

 

SEGUNDO SEGUNDO
 

28 e 29 de Fev.
23h

Tertúlia Castelense - Castêlo da Maia

www.tertuliacastelense.pt
mau.artista@hotmail.com

Quando eu era pequenino, colhi uma flor para lhe oferecer. Ela pegou na flor, atirou a flor ao chão, calcou-a, virou costas e fugiu (ou foi embora). Segundo segundo. Eu fiquei ali. Segundo segundo. A olhar para ela. Segundo segundo. Decidi ir para casa. Peguei numa faca e cortei um dedo. Segundo segundo. No dia seguinte colhi uma flor para lhe dar outra vez, mas agora com a minha mão esquerda. Ela olhou para mim, calcou a flor, virou costas e fugiu (ou foi embora). Segundo segundo. Fui para casa. Olhei para a mão esquerda e pensei:"e se cortasse outro dedo?". Segundo segundo.


Encenação: Rodrigo Santos Interpretação: Nuno Preto e Pedro Frias Design Luz: Francisco Tavares Teles Design Som: Francisco Tavares Teles e Rodrigo Santos Design Gráfico: João César Nunes Produção Executiva: Marta Lima Produção: Mau Artista

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(no subject) [Feb. 11th, 2008|09:22 pm]
Peregrino

Sete grupos fazem teatro onde dantes se faziam meias

Na "Fábrica" todos têm o seu espaço para ensaios



mais informações JN


Os grupos
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(no subject) [Jan. 21st, 2008|12:38 pm]
Peregrino

No âmbito da estreia do espectáculo "Bucket", o Teatro da Palmilha Dentada promove um debate aberto a todos interessados na Fnac de Santa Catarina na segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008, pelas 18h00 subordinado à pergunta "2008, Como fazer teatro no Porto?"

 

Mais do que respostas são as perguntas que motivam esta conversa. Será o Porto uma cidade que precisa de teatro? Ou será melhor fechar as quatro escolas de teatro da cidade? Devemos estrear apenas versões de filmes de sucesso ou apenas arriscar fazer teatro em táxis e outros espaços com menor lotação? Haverá salas a menos ou grupos a mais? Deficit de publico ou demasiados criadores? O dramaturgo nacional será um animal em vias de extinção e o actor um malandro que nem segurança social paga? Serão os subsídios do governo central uma promoção da cultura nacional ou apaziguamento da má consciência do estado português? Porque não pode o teatro ser uma indústria? E a lei do mecenato será uma forma do estado se auto-financiar?

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